| 000 | 01837cam a2200229 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c1483 _d1483 |
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| 003 | BR-ReIFE | ||
| 005 | 20200716191903.0 | ||
| 008 | 180704g2010 bbl r01 b bl u | ||
| 020 | _a9788577151561 | ||
| 040 |
_aBR-ReIFE _cBR-ReIFE |
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| 082 |
_a882 _bA714L |
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| 090 |
_a882 _bA714L _c1. ed. |
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| 100 | 0 |
_aAristófanes _9506 |
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| 245 | 0 |
_aLisístrata / _cAristófanes; tradução de Ana Maria César Pompeu.- |
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| 250 | _a1. ed. | ||
| 260 |
_a São Paulo - SP: _bHedra, _c2010.- |
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| 300 | _a104 p. | ||
| 520 | 3 | _aLisístrata foi representada pela primeira vez em 411 a.C., na cidade de Atenas, e tem como mote principal uma hilária greve de sexo feita pelas mulheres gregas sob liderança da personagem cujo nome serve de título à comédia. A greve contesta a então vigente Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.) e a comédia é repleta de alusões àquela sociedade. No entanto, não se trata de uma obra datada: o modo como Aristófanes dá voz e cena à singular manifestação feminina torna essa peça, dentre toda sua obra remanescente, uma das mais encenadas e referidas no mundo contemporâneo. Sem dúvida, o sucesso atual de Lisístrata se deve em parte à exposição de temas caros à modernidade, como a luta pela paz e pelos direitos das mulheres. Apesar disso, a peça não é panfletária nem se resume à guerra dos sexos: ainda que a presença de uma heroína cômica (quiçá a primeira do palco grego antigo) hoje não mais surpreenda, é ainda instigante e engraçado o modo como a perspectiva “feminina” denuncia as incongruências entre a guerra e a vida privada. Eis alguns dos aspectos que fazem de Lisístrata uma obra prima do drama universal. | |
| 650 | 4 |
_aLiteratura grega _vTeatro _xRelações de gênero _zGrécia _zAtenas _9507 |
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| 700 | 1 |
_9508 _aPompeu, Ana Maria César _eTrad. |
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| 942 |
_2ddc _cLV |
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