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003 BR-ReIFE
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_bA714L
_c1. ed.
100 0 _aAristófanes
_9506
245 0 _aLisístrata /
_cAristófanes; tradução de Ana Maria César Pompeu.-
250 _a1. ed.
260 _a São Paulo - SP:
_bHedra,
_c2010.-
300 _a104 p.
520 3 _aLisístrata foi representada pela primeira vez em 411 a.C., na cidade de Atenas, e tem como mote principal uma hilária greve de sexo feita pelas mulheres gregas sob liderança da personagem cujo nome serve de título à comédia. A greve contesta a então vigente Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.) e a comédia é repleta de alusões àquela sociedade. No entanto, não se trata de uma obra datada: o modo como Aristófanes dá voz e cena à singular manifestação feminina torna essa peça, dentre toda sua obra remanescente, uma das mais encenadas e referidas no mundo contemporâneo. Sem dúvida, o sucesso atual de Lisístrata se deve em parte à exposição de temas caros à modernidade, como a luta pela paz e pelos direitos das mulheres. Apesar disso, a peça não é panfletária nem se resume à guerra dos sexos: ainda que a presença de uma heroína cômica (quiçá a primeira do palco grego antigo) hoje não mais surpreenda, é ainda instigante e engraçado o modo como a perspectiva “feminina” denuncia as incongruências entre a guerra e a vida privada. Eis alguns dos aspectos que fazem de Lisístrata uma obra prima do drama universal.
650 4 _aLiteratura grega
_vTeatro
_xRelações de gênero
_zGrécia
_zAtenas
_9507
700 1 _9508
_aPompeu, Ana Maria César
_eTrad.
942 _2ddc
_cLV