| 000 | cam a22 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c1484 _d1484 |
||
| 001 | UN003616549 | ||
| 003 | BR-RjFGVB | ||
| 005 | 20180523150304.0 | ||
| 008 | 180523s2006 bl r 000 1 por d | ||
| 020 | _a9788535908497 | ||
| 040 |
_aBIBLIODATA _bpor _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
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| 082 | 0 | 4 |
_a869.3 _bP475l |
| 090 |
_a869.3 _bP475l _c1. ed. |
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| 100 | 1 |
_aPessoa, Fernando, _d1888-1935. |
|
| 245 | 1 | 0 |
_aLivro do desassossego : _bcomposto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa / _cFernando Pessoa ; organização Richard Zenith. - |
| 250 | _a1. ed. | ||
| 260 |
_aSão Paulo : _bCompanhia de bolso, _c2006.- |
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| 300 | _a559 p. | ||
| 520 | 3 | _aO narrador principal (mas não exclusivo) das centenas de fragmentos que compõem este livro é o "semi-heterônimo" Bernardo Soares. Ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa, ele escreve sem encadeamento narrativo claro, sem fatos propriamente ditos e sem uma noção de tempo definida. Ainda assim, foi nesta obra que Fernando Pessoa mais se aproximou do gênero romance. Os temas não deixam de ser adequados a um diário íntimo: a elucidação de estados psíquicos, a descrição das coisas, através dos efeitos que elas exercem sobre a mente, reflexões e devaneios sobre a paixão, a moral, o conhecimento. "Dono do mundo em mim, como de terras que não posso trazer comigo", escreve o narrador. Seu tom é sempre o de uma intimidade que não encontrará nunca o ponto de repouso. | |
| 600 | 1 | 4 |
_aPessoa, Fernando, _d1888-1935 - _xCrítica e interpretação. |
| 650 | 4 | _aLiteratura portuguesa. | |
| 650 | 4 |
_aLiteratura portuguesa - _xHistória e crítica. |
|
| 650 | 4 |
_aProsa portuguesa - _xHistória e crítica. |
|
| 700 | 1 |
_9496 _a Zenith, Richard _eOrg |
|
| 942 |
_2ddc _cLV |
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