| 000 | cam a22 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c1659 _d1659 |
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| 003 | BR-ReIFE | ||
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_a869.3 _bA162s |
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| 090 |
_a869.3 _bA162s _c1. ed. |
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| 100 | 1 |
_a Menezes, Angela Dutra de _9486 |
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| 245 | 0 | 0 |
_aSanta Sofia / _cAngela Dutra de Menezes (Angela Abreu).- |
| 250 | _a1. ed. | ||
| 260 |
_aRio de Janeiro: _bRecord, _c1997.- |
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| 300 | _a240 p. | ||
| 520 | 3 | _aSanta Sofia não era a única propriedade dos Bento. Donos de 32 fazendas, eles formavam um dos casais mais ricos e férteis de Minas Gerais, na metade do século XIX. Em 28 anos de casados, haviam gerado 26 filhos — esforço demais para uma só mulher, mesmo para a tinhosa e forte Sofia Bento, que “expira de tanto parir”. Com uma prosa refinada e sonora, no melhor estilo de Guimarães Rosa e Nélida Piñon, Angela Abreu conta, em SANTA SOFIA, a história dessa mulher um tanto santa, outro tanto diabólica. Enquanto o corpo de Sofia é velado, recordações de traição, luxúria e dor vão se descortinando. É neste entrecorte da narrativa, neste fluxo de pensamento, que o leitor vai conhecendo a vida de uma mulher capaz de atos perversos e outros de extrema bondade, mas que a essa altura não pode mais se defender. Mas quem era, realmente, Sofia? Quem era aquela mulher capaz de obrigar a filha a se casar com um barão falido e tedioso e salvar da morte um filho bastardo do marido? Menina rica de berço, feia por natureza, decide tomar as rédeas de sua vida e casa-se com um tropeiro pobre, mas bonito. O amor estranho e velado entre os dois os aproxima e os repele durante os anos de casamento. Vivem afastados: ela cuidando dos filhos, ele trabalhando, ou na farra com as negrinhas. | |
| 650 | 4 |
_9456 _a Literatura brasileira _xRomance brasileiro _xFicção brasileira |
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| 942 |
_2ddc _cLV |
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