000 cam a22 a 4500
999 _c1698
_d1698
003 BR-ReIFE
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020 _a9788525407016
040 _aBR-ReIFE
_cBR-ReIFE
082 0 _a861
_bN443u
090 _a861
_bN443u
_c1. ed.
100 1 _a Neruda, Pablo
_9444
_d 1904-1973
245 1 0 _aÚltimos poemas:
_bo mar e os sinos /
_cPablo Neruda; tradução de Luiz de Miranda.-
250 _a1. ed.
260 _aPorto Alegre:
_bL&PM,
_c1999.-
300 _a70 p.
490 _a(Coleção L&PM Pocket)
520 3 _aIntimamente o poeta conversa com o mar e suas diferentes formas. O sino ainda quer cantar. O peso dos anos e a doença aproximam-no da melancolia. A morte transparece e está presente. Mas Neruda reafirma a fé na palavra, sua ferramenta, memória, esperança. Este livro, o último escrito pelo poeta, foi concluído em seu leito de morte, em setembro de 1973. A grande voz de Neruda se levanta pela última vez, cheia de nostalgia e melancolia, mas como querendo condensar nestes últimos poemas o sentido de toda a sua obra. Na sua leitura, poderíamos dizer, como o poeta à sua amada Matilde: "Foi tão belo viver enquanto vivias".
650 4 _9445
_a Literatura chilena
_xPoesia
700 _9447
_a Miranda, Luiz de
_eTradução
942 _2ddc
_cLV