000 cam a22 a 4500
999 _c1706
_d1706
001 UN047420992
003 BR-SpUEP
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008 180523s2011 bl r 000 1 por d
020 _a9788575039625
040 _aUNESP/BAR
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 _a869.3
_bQ3v
090 _a869.3
_bQ3v
_c1. ed.
100 1 _aQueirós, Bartolomeu Campos,
_d1944-2012.
245 1 0 _aVermelho amargo /
_cBartolomeu Campos de Queirós. -
250 _a1. ed.
260 _aSão Paulo :
_bCosac Naify,
_c2011.-
300 _a72 p.
520 3 _aVemos os irmãos, filhos de um pai que não larga o álcool e de uma madrasta que serve em todas as refeições fatia cada vez mais finas de tomate, desenvolverem diversas anomalias para tentar suprir a ausência de afeto e a saudade da mãe: um come vidro, a outra não larga as agulhas e o ponto cruz. Numa espécie de contagem regressiva, o narrador observa seus irmãos mais velhos irem embora de casa. A prosa memorialística vale a pena, no entanto: afinal, .esquecer é desexistir, é não ter havido.. Neste depoimento de inspiração autobiográfica, a prosa poética de Bartolomeu é dolorosamente bela.
650 4 _aFicção.
650 4 _aLiteratura.
650 4 _aLiteratura brasileira.
_xRomance brasileiro
942 _2ddc
_cLV