| 000 | 02361nam a2200289Ia 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 003 | BR-ReIFE | ||
| 005 | 20230201174556.0 | ||
| 006 | a|||||r|||| 000 1 | ||
| 007 | ta | ||
| 008 | 230201b bl a|||| |||| 000 1 por d | ||
| 020 | _a9788560806232 (broch.) | ||
| 040 |
_aBR-ReIFE _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
||
| 041 | _apor | ||
| 082 | _a808.899282 | ||
| 090 |
_a808.899282 _bR923d |
||
| 100 | 1 |
_a Ruffato, Luiz, _96215 _d1961- |
|
| 245 | 1 | 0 |
_aDe mim já nem se lembra / _cLuiz Ruffato ; fotos de Lenise Pinheiro. - |
| 250 | _a1.ed. | ||
| 260 |
_aSão Paulo : _bRichmond, _c2008. |
||
| 300 | _a104 p. : il. | ||
| 500 | _aPosfácio de Heloisa Prieto. | ||
| 505 | _aLuiz Ruffato ocupa um lugar único na literatura brasileira. Seu Eles eram muitos cavalos marcou época e hoje, mais de uma década depois de sua publicação, tornou-se um romance cultuado, que registrou numa prosa moderna e incomum as muitas vozes da cidade de São Paulo. O projeto Inferno provisório, saga composta de cinco volumes, tem poucos paralelos nas nossas letras: ambicioso, vasto e singular, acompanha por décadas a trajetória de vários personagens de classe média baixa. De mim já nem se lembra trata de assuntos caros ao autor: a família, o tempo, a memória. Mais uma vez, Ruffato irá transformar um pequeno episódio familiar em oportunidade para falar de seu país e de sua sociedade. Ao abrir uma pequena caixa encontrada no quarto da mãe falecida, a caixa na qual ela “abrigara seu coração esfrangalhado”, o narrador se depara com um maço de cartas cuidadosamente atadas por um cordel. Escritas pelo irmão, vitimado por um acidente automobilístico, e dirigidas à mãe, essas cinquenta cartas reconstituem um passado: ao mesmo tempo que ilustram as mudanças políticas, econômicas e culturais durante a ditadura militar brasileira, convidam o leitor a espreitar a memória de uma família com “olhos derramando saudades”. Neste livro, o autor recupera a antiga tradição do romance epistolar, transfigurando-a - em vez de uma troca de correspondência ordenada cronologicamente, em De mim já nem se lembra há apenas uma voz, no espaço e tempo imprecisos da ausência. | ||
| 650 | 0 | 4 |
_9456 _a Literatura brasileira |
| 650 | 0 | 0 |
_96212 _aLiteratura infantojuvenil brasileira |
| 700 |
_910111 _aPinheiro, Lenise. _efotógrafa |
||
| 942 |
_2ddc _cLV |
||
| 999 |
_c22984 _d22984 |
||