| 000 | 01932nam a2200277 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c2740 _d2740 |
||
| 001 | 990005757450206341 | ||
| 003 | BR-ReIFE | ||
| 005 | 20200912050511.0 | ||
| 008 | 980924s2006 rjb r 000 0 por d | ||
| 020 | _a9788501062659 | ||
| 035 | _aUN001796949 | ||
| 035 | _a(BR-SpUEP)000575745UEP01 | ||
| 040 |
_aBIBLIODATA _bpor _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
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| 082 | 0 | 4 | _a869.31 |
| 090 |
_a869.31 _bA553c _c49. ed. |
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| 100 | 1 |
_aAndrade, Carlos Drummond de _d1902-1987 _9804 |
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| 245 | 1 | 0 |
_aContos de aprendiz / _cCarlos Drummond de Andrade ; [prefácio: José Castello]. - |
| 250 | _a49. ed. - | ||
| 260 |
_aRio de Janeiro : _bRecord, _c2006 |
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| 300 | _a189 p. | ||
| 504 | _aInclui bibliografia e cronologia | ||
| 520 | 3 | _aDrummond não escreveu muitos contos ao longo de sua carreira. Daí a importância de um livro como este Contos de aprendiz. Publicado originalmente em 1951 (mesmo ano de Claro enigma), o livro seria a primeira investida em larga escala do autor numa obra de ficção. Antes, publicara a pequena novela “O gerente” (que faz parte do volume) em uma modesta edição. Os temas dos quinze contos giram praticamente na mesma órbita de grande parte da poesia do autor: o memorialismo, o relato da vida acanhada no interior do Brasil do início do século XX, a observação do cotidiano mais miúdo, uma ironia gentil, a observação - despida de qualquer sentimentalismo - da inevitável passagem do tempo. Tudo arranjado com delicadeza e inteligência. O autor destes contos busca um estilo ameno, oral-cultivado, em alguns momentos passadista, noutros impregnado de brasilidade. De todo modo, reconhece-se um contista herdeiro dos avanços efetuados pela Semana de Arte Moderna de 1922, principalmente no retrato pouco indulgente da classe média interiorana e no ouvido afiado para o diálogo realista. | |
| 650 | 0 | 4 |
_aContos brasileiros _91807 |
| 700 | 1 |
_aCastello, José, _d1951- |
|
| 942 |
_2ddc _cLV |
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