| 000 | 02728nam a2200301 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c2957 _d2957 |
||
| 001 | UN047419110 | ||
| 003 | BR-SpUEP | ||
| 005 | 20200203113712.0 | ||
| 008 | 120724s2012 spbao r 001 0dpor d | ||
| 020 | _a9788579340376 | ||
| 035 | _a(BR-SpUEP) | ||
| 040 |
_aUNESP/BAR _bpor _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
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| 043 | _as-bl--- | ||
| 082 | 0 | 4 | _a469.5 |
| 090 |
_a469.5 _bB147g |
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| 100 | 1 |
_aBagno, Marcos _d1961- _9270 |
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| 245 | 1 | 0 |
_aGramática pedagógica do português brasileiro / _cMarcos Bagno. - |
| 260 |
_aSão Paulo : _bParábola, _cc2012 |
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| 300 |
_a1053 p. : _bil., fots. - |
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| 490 | 1 |
_aReferenda ; _vv. 1 |
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| 504 | _aInclui bibliografia e índice | ||
| 520 | 3 | _aEssa obra pretende contribuir para a formação docente, para que as professoras e os professores de português e de outras disciplinas conheçam mais profundamente e com melhores bases teóricas o seu objeto de trabalho, o português brasileiro. As propostas contemporâneas de educação em língua materna rejeitam veementemente o tradicional “ensino de gramática”, no qual a maior parte do tempo dedicado às aulas de língua era gasto com fixação de nomenclatura e análises de frases soltas e descontextualizadas. É preciso levar os aprendizes a refletir sobre a língua que usam, mas isso pode ser feito de maneira intuitiva, por meio de atividades que chamamos de epilinguísticas, sem o emprego de terminologia gramatical e sem a obsessão classificatória tradicional. É claro que a classificação pode ser apresentada, mas não como a finalidade em si mesma da educação em língua materna. Em resumo: não se deve ensinar gramática na escola (no sentido tradicional de “gramática”), mas quem vai ensinar na escola deve conhecer muito bem a gramática da língua. Assim como outras obras recentes dedicadas ao estudo e à descrição do português brasileiro contemporâneo, a Gramática pedagógica do português brasileiro exibe um projeto epistemológico próprio, uma concepção de língua e de linguagem que abraça determinados constructos teóricos e rejeita outros. Além disso, traz uma inovação na produção de obras gramaticais: ela não separa a descrição histórica da descrição atual da língua, isto é, não separa a diacronia da sincronia, mas faz uma abordagem dos fenômenos linguísticos que podemos chamar de pancrônica, em que passado e presente se fundem em busca das explicações mais razoáveis para os fatos linguístico | |
| 650 | 0 | 4 |
_aLíngua portuguesa _xGramática _xEstudo e ensino _92505 |
| 650 | 0 | 4 |
_aLíngua portuguesa _xPortuguês falado _xEstudo e ensino _92506 |
| 650 | 0 | 4 |
_aLíngua portuguesa _zBrasil _xEstudo e ensino. _92507 |
| 830 | 0 |
_aReferenda _vv. 1. |
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| 942 |
_2ddc _cLV |
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