000 01708nam a2200277 a 4500
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_d3262
001 CO000335096
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020 _a8515018896
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040 _aBIBLIODATA
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
090 _a469.798
_bB147p
_c39. ed
100 1 _aBagno, Marcos
_d1961-
_9270
245 1 0 _aPreconceito lingüístico :
_bo que é, como se faz /
_cMarcos Bagno. -
250 _a39. ed. -
260 _aSão Paulo :
_bLoyola,
_c2005.
300 _a186 p. :
_bil.
504 _aInclui bibliografia
520 3 _aO preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo... Também a gramática não é a língua. A língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo, e a gramática normativa é a tentativa de descrever apenas uma parcela mais visível dele, a chamada norma culta. Essa descrição, é claro, tem seu valor e seus méritos, mas é parcial (no sentido literal e figurado do termo) e não pode ser autoritariamente aplicada a todo o resto da língua - afinal, a ponta do iceberg que emerge representa apenas um quinto do seu volume total. Mas é essa aplicação autoritária, intolerante e repressiva que impera na ideologia geradora do preconceito lingüístico.
650 0 4 _aLinguística
_9265
650 0 4 _aSociolinguística.
650 0 4 _aTabu linguístico
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650 0 4 _aLíngua portuguesa
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942 _2ddc
_cLV