000 03000cam a2200445 i 4500
999 _c3288
_d3288
001 18824166
003 BR-ReIFE
005 20210512144712.0
008 151020s2015 bl b 000 0 por d
010 _a 2015442425
020 _a9788590961352
020 _a8590961354
035 _a(OCoLC)ocn965306774
040 _aEMU
_beng
_cEMU
_erda
_dOCLCO
_dOCLCF
_dOCLCA
_dDLC
_dBR-ReIFE
042 _alcode
_alccopycat
043 _as-bl---
050 0 0 _aGT2853.B6
_bM38 2015
082 0 0 _a641.01309
_223
090 _a641.01309
_bM314r
100 1 _aMarcena, Adriano,
_d1965-
_eautor.
_96865
245 1 0 _aRaspando o tacho :
_bcomida e cangaço : relações etnogastronômicas entre nômades e sedentários nos sertões nordestinos (1922-1938) /
_cAdriano Marcena ; ilustrações, Carlos Newton Júnior.
260 _aRecife:
_bFuncultura,
_c2015.
264 1 _aRecife :
_bFuncultura,
_c2015.
300 _a105 p. :
_bcolor. il. ;
_c22 cm +
_e1 disco de áudio (Aproximadamente 201 min. ; 4 3/4 in.)
336 _atext
_btxt
_2rdacontent
337 _aunmediated
_bn
_2rdamedia
338 _avolume
_bnc
_2rdacarrier
500 _5DLC
504 _aInclui referências bibliográficas (p. 97-101).
505 0 _aNas pegadas do cangaço -- Com os pés no chão ... pelo mundo -- Etnogastronomia : comida como resistência -- Raspando o tacho.
520 3 _aO livro aborda estudo inédito na história da alimentação brasileira. Desta vez, a publicação do historiador mergulha no universo nômade do cangaço para discutir as principais características da ‘munição de boca’ usada pelos cangaceiros. É sabido que o nomadismo cangaceiro se dava dentro de uma sociedade sedentária (sertão nordestino) em meio à complexa rede de interesses socioeconômicos que envolviam os atores sociais. Como os cangaceiros se relacionavam com a comida e a bebida em suas andanças? Com ilustrações de Carlos Newton Júnior, a publicação concentra suas atenções na interface entre cangaço – especificamente o bando de Lampião – e as comidas e as bebidas, tendo como norteador teórico a etnogastronomia, entendida como práticas alimentares com características próprias de um povo ou comunidade, desenvolvidas com intencionalidade relacionada a processos educativos de tradição e resistência, e que permitem a patrimonialização do ato de comer entre os comensais. Tal exercício permitiu ao autor perceber o ato de comer como patrimônio, tanto entre sertanejos sedentários quanto as extensões vestigiais que escorreram pelos tachos andarilhos do cangaço.
650 0 4 _aHábitos alimentares
_zBrasil, Nordeste
_ySéculo XX
_93277
650 0 4 _aForas da lei
_zBrasil, Nordeste
_ySéculo XX
_95621
651 _a Brasil, Nordeste
_xVida social e costumes.
700 1 _aNewton Júnior, Carlos,
_d1966-
_eIlustrador
906 _a7
_bcbc
_ccopycat
_d2
_encip
_f20
_gy-gencatlg
942 _2ddc
_cLV