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_c3. ed.
100 1 _aRODRIGUES, Nelson
245 2 _aA vida como ela é...
250 _a3. ed.
260 _aRio de Janeiro :
_bNova Fronteira,
_c2012.
300 _a493 p.
520 3 _aEm 1950, quando começou a publicar diariamente a coluna “A vida como ela é...” no periódico Última Hora, Nelson Rodrigues já havia passado pela redação dos jornais A Manhã, Crítica, Jornal dos Sports e O Globo. Também já havia deixado sua marca na história do teatro nacional, com a revolucionária montagem de Vestido de noiva, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1943. Encomendada por Samuel Wainer para seu jornal, a coluna estreou em 12 de junho de 1951 e tornou-se um grande sucesso em poucas semanas. Seus contos recriam alguns dos temas caros ao escritor: a fidelidade, o ciúme, a dualidade entre amor e sexo e a distância moral entre as antigas famílias do subúrbio do Rio de Janeiro e a nascente população de classe média e alta de Copacabana e arredores. Em 1961, “A vida como ela é...” deixou as páginas do Última Hora e passou a ser publicada no Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, no qual Nelson permaneceu por um curto período antes de retornar a O Globo, em 1962, dessa vez assinando a seção de esportes. Ainda em 1961, Nelson Rodrigues fez a seleção dos cem melhores contos de “A vida como ela é...”, incluindo textos que ficaram célebres, como “A dama do lotação” e “A coroa de orquídeas”, entre outros. Em comemoração ao centenário do autor, a editora Nova Fronteira inaugura a reedição de sua obra em prosa justamente por este que é um de seus títulos mais conhecidos.
650 4 _9456
_a Literatura brasileira
650 4 _aFicção brasileira
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