| 000 | 02657cam a22003134a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c34226 _d34226 |
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| 001 | 000015284 | ||
| 003 | BR-RjBN | ||
| 005 | 20210712225212.0 | ||
| 008 | 200122s2000 spba r 000 f por d | ||
| 020 | _a9788508053087 | ||
| 040 |
_aBr _bpor _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
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| 041 |
_apor _hpor |
||
| 043 | _as-bl--- | ||
| 082 | 0 | 4 |
_a869.3 _bA848a |
| 090 |
_a869.3 _bA848a _c27. ed. |
||
| 100 | 1 |
_aAssis, Machado de _d1839-1908 _9487 |
|
| 245 | 1 | 2 |
_aO alienista / _cMachado de Assis. - |
| 250 | _a27. impr. - | ||
| 260 |
_aSão Paulo : _bÁtica, _c2000. |
||
| 300 |
_a48,30p. : _bil. ; _c21cm. - |
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| 490 | _a(Bom livro) | ||
| 500 | _a"Texto integral." | ||
| 505 | 2 | _aConteúdo parcial: Machado de Assis: um mundo que se mostra por dentro e se esconde por fora / Carlos Faraco. | |
| 520 | 3 | _a"O Alienista" é uma das obras mais conhecidas de Machado de Assis. Considerada ora conto ora novela, seu destaque fica por conta do humor mordaz apresentado através de uma bem azeitada crítica sócio-política além da caprichada análise de personagens. Lançado em livro 1882, o texto faz parte do livro "Papéis Avulsos", porém, no ano anterior ele já fora lançado em folhetins na revista "Estação". Hoje em dia, por conta de seu sucesso e importância, é frequentemente encontrado em edição avulsa. Sua história remonta ao Brasil Colonial. Em Itaguaí, uma pequena cidade do interior do Rio de Janeiro, Simão Bacamarte, um alienista ou psiquiatra, resolve traçar a fronteira entre o normal e o anormal na mente humana. Fundador do hospício "Casa Verde", pretende abastecê-lo de cobaias que julgue dignas de tomar parte de sua pesquisa. Portanto, a meia dúzia de loucos, reúne uma horda que vai desde o vaidoso e o bajulador até a supersticiosa e a indecisa. Está armada a confusão e muita água vai passar por debaixo da ponte antes da cidade "voltar a ordem". Nesse conto, Machado desmistifica o erudito, chama a atenção para a "relatividade" da ciência e ele mal poderia imaginar a dimensão que essa palavra alcançaria no século XX, a medida que na ocasião, Einstein ainda usava fraldas... Revela também, uma visão sarcástica contra a mentalidade cientificista vigente, norteada pelo Naturalismo, de quem o escritor era um conhecido detrator. Em poucas páginas, distribuídas em treze capítulos, eis uma bem humorada leitura. Só resta um aviso: cuidado com Bacamarte, foi com dificuldade que consegui escapar do seu hospício..." Leila de Carvalho e Gonçalves | |
| 590 | _aExemplar 2: 33. ed. 2000 (ANEXO II-853,4,47) | ||
| 650 | 4 |
_9456 _a Literatura brasileira |
|
| 830 | 0 | _aBom livro (Ática) | |
| 942 |
_2ddc _cLV |
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