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_heng
082 0 4 _a509
_bK96e
090 _aPESQ 509
_bK96e
_c11. ed.
100 1 _aKuhn, Thomas S.,
_95952
_d1922-1996.
240 0 4 _aThe structure of scientific revolutions.
_lPortuguês
245 1 2 _aA estrutura das revoluções científicas /
_cThomas S. Kuhn; tradução Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira.
250 _a11. ed.
260 _aSão Paulo :
_bPerspectiva,
_c2011.
300 _a260p.
490 _a(Debates)
500 _aTradução de: The structure of scientific revolutions.
520 3 _aThomas S. Kuhn iniciou sua carreira universitária como físico teórico. As circunstâncias levaram-no ao estudo da história e a preocupações de natureza filosófica. Trajetória incomum, que este livro de certa forma sintetiza e que explica seu caráter polivalente. Múltiplas áreas, desde as exatas até as humanas, convergem para as agudas análises, que levam o autor, questionando dogmas consagrados, a ver o progresso da ciência não tanto como o acúmulo gradativo de novos dados gnosiológicos, e sim como um processo contraditório marcado pelas revoluções do pensamento científico. Tais revoluções são definidas como o momento de desintegração do tradicional numa disciplina, forçando a comunidade de profissionais a ela ligados a reformular o conjunto de compromissos em que se baseia a prática dessa ciência. Um dos aspectos mais interessantes de A Estrutura das Revoluções Científicas é a análise do papel dos fatores exteriores à ciência na erupção desses momentos de crise e transformação do pensamento científico e da prática correspondente.
650 0 4 _91449
_aCiência
_xHistória
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_aCiência
_xFilosofia
700 1 _95953
_aBoeira, Beatriz Vianna
_etradutora
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_aBoeira, Nelson
_etradutor
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_cLV
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