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_bD724m
100 1 _9512
_aDostoiévski, Fiódor
_d1821-1881
240 0 0 _aZapiski iz Podpol'ya
_lPortuguês
245 1 0 _aMemórias do subsolo /
_cFiódor Dostoiévski ; Lucas Simone, tradução.
260 _aSão Paulo :
_bKalinka,
_c2018.
300 _a174p.
500 _aTradução do original em russo.
520 3 _a"Memórias do subsolo" é um pequeno romance publicado em 1864. Considerada uma obra precursora do existencialismo e da psicanálise, traz na primeira parte o monólogo de um homem amargurado e amargo, um homem “subterrâneo”, sem nome ou relações sociais, um empregado aposentado, em cuja própria existência não vê nenhum sentido, e que se dirige diretamente ao leitor. Tenta envolvê-lo, convencê-lo e comovê-lo com hipóteses sobre si mesmo e sua possível redenção, talvez via a ação, nem que seja fazer o mal − para afinal concluir que “o melhor é não fazer nada”. Na segunda parte, numa espécie de “fluxo de consciência” (técnica narrativa que seria mais tarde levada ao limite por Joyce), surgem as duras lembranças de situações e discursos que, numa sociedade hierarquizada, submetem e emparedam os “humilhados e ofendidos”. “Todo homem tem algumas lembranças que ele não conta a todo mundo, mas apenas a seus amigos. Ele tem outras lembranças que ele não revelaria nem mesmo para seus amigos, mas apenas para ele mesmo, e faz isso em segredo. Mas ainda há outras lembranças em que o homem tem medo de contar até a ele mesmo, e todo homem decente tem um considerável numero dessas coisas guardadas bem no fundo. Alguém até poderia dizer que, quanto mais decente é o homem, maior o número dessas coisas em sua mente”.
650 0 4 _96202
_aFicção russa
700 1 _96304
_aSimone, Lucas
_etradutor
942 _2ddc
_cLV