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_a869,3 _bR343b _c24. ed. |
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| 100 | 1 |
_aRego, José Lins do, _96301 _d1901-1957 |
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_aBanguê / _cJosé Lins do Rego. - |
| 250 | _a24. ed. | ||
| 260 |
_aRio de Janeiro : _bJ. Olympio, _c2015. |
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| 300 | _a270p. | ||
| 520 | 3 | _aTerceiro volume do chamado ciclo da cana-de-açúcar, Banguê, de José Lins do Rêgo volta a narrar a vida de Carlinhos. Dez anos após sair do Engenho Santa Rosa, ele chega à vida adulta com o desafio de encontrar um equilíbrio entre o antigo universo aristocrático onde cresceu e os novos rumos que o Brasil tomava. Agora Bacharel Carlos de Melo, ele é chamado de volta ao engenho. No entanto, sua volta às origens não se dá de maneira fácil. Apesar de entender que sua função seria preservar os valores e costumes de seu avô, o rapaz sabe que esse mundo está em franca decadência. Por outro lado, Carlos não consegue aceitar os rumos que o país vem tomando desde que o trabalho escravo foi extinto. Deslocado, ele não aceita que o poderio que outrora fora dos senhores de Engenho tenha sido engolido pelas forças das novas usinas. Na nova ordem social e econômica, o antigo escravo é hoje a força motriz das usinas que trarão o crescimento e a riqueza para o país. Nessa nova etapa, privilégios e tradições antigas não têm mais valor, tendo se tornado completamente obsoletas. De maneira inteligente e sutil, José Lins do Rêgo nos apresentas a nova etapa do desenvolvimento do nordeste. Com novo design gráfico, Banguê fecha com chave de ouro uma trilogia que ensina muito sobre o Brasil. | |
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_91089 _aFicção brasileira |
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