| 000 | 01655nam a22002177a 4500 | ||
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| 090 |
_a869.3 _bA481t _c2. reimpr. |
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| 100 | 1 |
_aAmado, Jorge _d1912-2001 _9800 |
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| 245 | 1 | 0 |
_aTocaia grande : _ba face obscura / _cJorge Amado ; posfácio de Mia Couto. - |
| 250 | _a2. reimpr. | ||
| 260 |
_aSão Paulo : _bCompanhia das Letras, _c2017. |
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| 300 | _a471p. | ||
| 520 | 3 | _aPublicado em 1984, Tocaia Grande descreve o processo de formação de uma cidade nordestina, nascida sob o signo da violência e da disputa de terras, em inícios do século XX. Depois de liderar uma tocaia contra o oponente de seu patrão, o jagunço Natário da Fonseca recebe alguns alqueires próximos ao palco da matança, onde passa a cultivar cacau. A Chegada de comerciantes, prostitutas, tropeiros e ex-escravos ao local dá vida e contornos ao arraial. Personagens fortes, independentes e solitários - como a cafetina Jacinta Coroca; o negro Castor Abduim, conhecido como Tição Aceso, e o comerciante libanês Fadul Abdala -, encontram em Tocaia Grande um refúgio e o conforto da amizade. Com a prosa leve e bem-humorada de sempre, Jorge Amado relata a união profunda e os laços de afeto que se desenvolvem entre os habitantes de Tocaia Grande, e que serão responsáveis pelo crescimento do povoado e por sua resistência à pressão da Igreja e do poder político-econômico para se enquadrar no sistema coronelista. | |
| 650 | 0 | 4 |
_91089 _aFicção brasileira |
| 942 |
_2ddc _cLV |
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| 999 |
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