| 000 | 01657nam a22002177a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 003 | BR-ReIFE | ||
| 005 | 20231004085857.0 | ||
| 008 | 220503b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 020 | _a9788579620799 | ||
| 040 |
_cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
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| 082 | 0 | 4 |
_a869.1 _bM528c |
| 090 |
_a869.1 _bM528c |
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| 100 | 1 |
_aMelo Neto, João Cabral de, _d1920-1999 _98545 |
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| 245 | 1 | 0 |
_aCrime na calle Relator ; _bSevilha andando / _cJoão Cabral de Melo Neto. |
| 260 |
_aRio de Janeiro : _b Alfaguara, _c2011. |
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| 300 | _a219p. | ||
| 520 | 3 | _aA poética de um dos maiores escritores brasileiros do século XX se resume nestes dois livros editados num único lançamento - Crime na calle Relator (1987) e Sevilha andando (1989). Nessas duas obras, João Cabral de Melo Neto adota temas distintos sem, no entanto, abandonar o rigor e a forma que o consagraram. Dentre as cidades em que viveu na Espanha - Barcelona, Madri e Sevilha -, é a essa última que o poeta dedica seus últimos trabalhos. Adotando um tom mais lírico, o autor versa sobre as paisagens da cidade, suas ruas e pátios, e principalmente sobre o andar da mulher andaluza, atribuindo à cidade uma figura feminina. Os textos aqui reunidos trazem nos títulos referências a um dos lugares que mais tocaram João Cabral, conforme confessou no poema Autocrítica do livro A escola das facas. Em Sevilha Andando, o poeta deixa de lado sua amada Recife para falar de outra cidade onde morou e se apaixonou, e assim a descreve em "O segredo de Sevilha": "Sevilha é um estado de ser,/ menos que a prosa pede o verso". | |
| 650 | 0 | 4 |
_9629 _aPoesia brasileira |
| 740 | 2 | _aSevilha andando | |
| 942 |
_2ddc _cLV |
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| 999 |
_c35650 _d35650 |
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