000 02229cam a2200265 a 4500
003 BR-ReIFE
005 20230530125740.0
008 200116t2012 spb r b 000 0 por u
020 _a9788522412419
040 _aBR-ReIFE
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
041 _apor
082 0 4 _a300,7
_bD383m
_23. ed. rev. e ampl.
090 _a300,7
_bD383m
_c3. ed. rev. e ampl.
100 1 _aDemo, Pedro,
_d1941.
245 1 0 _aMetodologia científica em ciências sociais.
250 _a3. ed. rev. e ampl.
260 _aSão Paulo :
_bAtlas,
_c1995
300 _a293 p.
504 _aInclui bibliografia
520 3 _aO autor situa a pesquisa como a razão mesma de ser da atividade acadêmica. Sem desmerecer a docência e também a atividade de extensão, acentua que estas duas dependem intrinsecamente da pesquisa. Sob este aspecto, é incisivo: "Só tem algo a ensinar aquele que, por meio da pesquisa, construiu uma personalidade própria científica, aquele que tem uma contribuição original; caso contrário, não vai além de narrar aos estudantes o que leu por aí. E se atribuímos à universidade um compromisso com a comunidade em que está inserida, para que não fique apenas na teoria, mas consiga descer à prática, isto se consegue da melhor maneira possível se a intervenção na realidade estiver baseada em pesquisa prévia, porque não se pode influenciar o que não se conhece." Estruturada sobre esta colocação inicial, a primeira parte deste texto cuida do débito social da ciência. Nesta parte, o autor trata de questões mais gerais, onde sobressai a perspectiva da sociologia do conhecimento na demarcação científica, na vigência do argumento de autoridade, na busca da relativização da ciência, na idéia da antimetodologia como contrabalanço à preocupação exagerada e moralista do metodólogo e na discussão em torno da neutralidade. Na segunda parte do texto, o autor destaca algumas abordagens importantes da pesquisa atual nas Ciências Sociais, como o empirismo, o positivismo, a dialética, o funcionalismo, o sistemismo e o estruturalismo.
650 4 _aCiências sociais -
_xMetodologia.
650 4 _aPesquisa social.
650 4 _aMetodologia
_91139
942 _2ddc
_cLV
999 _c37205
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