000 01782nam a22003134a 4500
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003 BR-RjBN
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008 230726s19840000brj 000 0 por u
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040 _aBr
_bpor
_cBR-ReIFE
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_hpor
082 0 4 _a882
_bB817t
090 _a882
_bB817t
_c2.ed.
092 _aANEXO II-873,1,57
100 1 _aBrandão, Junito de Souza,
_d1926-1995.
_911148
245 1 0 _aTeatro grego :
_btragédia e comédia /
_cJunito de Souza Brandão. -
250 _a2. ed. -
260 _aPetrópolis, RJ :
_bVozes,
_c1984.
300 _a114p. ;
_c21cm.
504 _aInclui bibliografia.
520 3 _a“Se em Ésquilo o teatro é uma teomorfização e suas personagens são mais gigantes que seres humanos, uma vez que sua tragédia é um confronto entre o Hades e o Olimpo; se já em Sófocles, com seu antropocentrismo, observa-se um certo distanciamento, com os deuses agindo pela voz dos Oráculos e dos Adivinhos e a Moira como causa segunda, nota-se, nas peças de Eurípedes uma consciente dessacralização do mito com uma consequente proletarização da tragédia. Das trevas de Elêusis de Ésquilo aos píncaros do Olimpo de Sófocles, a tragédia de Eurípedes desceu para as ruas de Atenas. Moira, a fatalidade cega de Ésquilo, e Lógos, a razão socrática de Sófocles, transmutaram-se em Eurípedes em ÉROS, a força da paixão. Como diz a própria Medeia, vinte e dois séculos antes de Pascal, o coração tem razões que a própria razão desconhece.
650 0 4 _aTeatro grego (Tragédia)
_xHistória e crítica
650 0 4 _aTeatro grego (Comédia)
_xHistória e crítica
942 _2ddc
_cLV
949 _a652.848 DL 25/02/1985
990 _aLivro
999 _c37607
_d37607