| 000 | 01429nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 003 | BR-ReIFE | ||
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| 040 |
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| 041 | _hportuguês | ||
| 082 | _aB869.3 | ||
| 090 |
_a869.3 _bR343f |
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| 100 | 1 |
_aRego, José Lins do, _d1901-1957 _96301 |
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| 245 | 1 | 0 |
_aFogo morto / _cJosé Lins do Rego. - |
| 260 |
_a[São Paulo]: _bKlick, _c1997. |
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| 300 | _a258 p. | ||
| 505 | _aLançado em 1943, Fogo morto é considerado por muitos críticos a obra-prima de José Lins do Rego. O livro encerra o que se convencionou denominar, dentro da obra do escritor paraibano, o “ciclo da cana-de-açúcar”, série iniciada pelo romance Menino de engenho, de 1932. A obra é dividida em 3 partes, cada uma delas dedicada a um personagem específico. Na primeira parte do livro, conhece-se as agruras de José Amaro, mestre seleiro que habita as terras pertencentes ao seu Lula, protagonista da parte seguinte da obra e homem que se revela autoritário no comando do Engenho Santa Fé. O terceiro e último segmento de Fogo morto centra-se na trajetória de Vitorino Carneiro da Cunha, que vive em situação econômica complicada, perambulando a cavalo sempre pronto a lutar com suas forças contra injustiças à sua volta. | ||
| 650 | 0 | 4 |
_aFicção brasileira _91089 |
| 942 |
_2ddc _cLV |
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| 999 |
_c40491 _d40491 |
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