000 01452nam a22002297a 4500
003 BR-ReIFE
005 20251202183346.0
008 240514s2021 spb |||gr|||| 000 1 por d
020 _a9786556120751 (broch.)
040 _aBR-ReIFE
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
041 _apor
082 0 4 _a869.3
_bR343f
090 _a869.3
_bR343f
_c82. ed.
100 1 _aRego, José Lins do,
_d1901-1957
_96301
245 1 0 _aFogo morto /
_cJosé Lins do Rego. -
250 _a82. ed.
260 _aSão Paulo :
_bGlobal,
_c2021.
300 _a390p.
505 _aLançado em 1943, Fogo morto é considerado por muitos críticos a obra-prima de José Lins do Rego. O livro encerra o que se convencionou denominar, dentro da obra do escritor paraibano, o “ciclo da cana-de-açúcar”, série iniciada pelo romance Menino de engenho, de 1932. A obra é dividida em 3 partes, cada uma delas dedicada a um personagem específico. Na primeira parte do livro, conhece-se as agruras de José Amaro, mestre seleiro que habita as terras pertencentes ao seu Lula, protagonista da parte seguinte da obra e homem que se revela autoritário no comando do Engenho Santa Fé. O terceiro e último segmento de Fogo morto centra-se na trajetória de Vitorino Carneiro da Cunha, que vive em situação econômica complicada, perambulando a cavalo sempre pronto a lutar com suas forças contra injustiças à sua volta.
650 0 4 _aFicção brasileira
_91089
942 _2ddc
_cLV
999 _c42417
_d42417