| 000 | 01578cam a2200253 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 003 | BR-ReIFE | ||
| 005 | 20220203101532.0 | ||
| 008 | 161223s2013 spb r 000 0 por u | ||
| 020 | _a9788572329514 | ||
| 040 |
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| 082 |
_a869.93 _bJ62a |
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| 090 |
_a869.93 _c2. ed. _bJ62a |
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| 090 | _bD631a | ||
| 100 | 1 |
_aJoão, _98278 _cdo Rio, _d1881-1921 |
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| 245 | 2 |
_aA alma encantadora das ruas / _cJoão do Rio. |
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| 250 | _a2. ed. | ||
| 260 |
_aSão Paulo: _cMartin Claret, _b2013. |
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| 300 |
_a251 p. : _bil. |
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| 490 | _aA OBRA PRIMA DE CADA AUTOR | ||
| 520 | 3 | _aAs transformações advindas do progresso apresentam um novo cenário urbano de uma cidade com novas relações sociais, compondo um rico painel dos tempos modernos. As crônicas que compõem A alma encantadora das ruas (1908), o segundo livro de João do Rio, ― por meio de um apurado olhar jornalístico que se entrelaça a um esmerado texto literário ― retratam um Rio de Janeiro um tanto distinto daquele da belle époque que teve por muito tempo Paris como um referencial de comportamento. Os textos coligidos aqui ambientam uma cidade que não respira somente os ares dos cafés-concertos, mas absorve e exprime uma efervescente vitalidade que apenas as ruas, a população carioca, especialmente a mais humilde, poderiam apresentar. A descrição delicada, honesta e, até mesmo ambígua das ruas, manifesta o espírito da cidade em seus mais íntimos aspectos. | |
| 650 | 4 |
_94053 _aCrônicas brasileiras |
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| 650 | 4 |
_9456 _a Literatura brasileira |
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| 942 |
_2ddc _cLV |
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| 999 |
_c6015 _d6015 |
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