000 01731cam a2200217 a 4500
003 BR-ReIFE
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008 161223s2005 spb r 000 0 por u
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040 _aBR-ReIFE
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 _a869.3
_bL759a
090 _a869.3
_c6. ed.
_bL759a
100 _a Lins, Osman
_d 1924-1978
_9503
245 0 _aAvalovara:
_bromance /
_cOsman Lins.
250 _a6. ed.
260 _aSão Paulo:
_bCompanhia das Letras,
_c2005.
300 _a383 p.
520 3 _aEste romance de 1973 assinala o ápice do percurso literário do pernambucano Osman Lins. Tendo como ponto de partida a intersecção entre uma espiral e um quadrado, nos quais se inscreve uma curiosa frase em latim, o romance cria uma intrincada trama de texto e mundo, em que a imagem dos nomes sobrepõe-se à imagem dos seres e das coisas, compondo um terceiro destino que cabe necessariamente ao homem decifrar. Avalovara intercala oito temas narrativos que atravessam tempos e espaços distintos, de Amsterdã a Recife, de Recife à Roma Antiga, daí a São Paulo e vice-versa, numa narrativa notável, que ambiciona abarcar o mundo e a linguagem em sua totalidade. Neste mergulho no cerne da linguagem, o ritmo poético precede e ordena os nexos narrativos, num casamento entre prosa e poesia que marcou o romance brasileiro contemporâneo. "Avalovara representa na literatura brasileira atual um momento de decisiva modernidade, porque o Autor (como diz a certa altura) exerce 'uma vigilância constante sobre o seu romance, integrando-o num rigor só outorgado, via de regra, a algumas formas poéticas'." do prefácio de Antonio Candido.
650 4 _91909
_aRomance brasileiro
942 _2ddc
_cLV
999 _c6177
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