| 000 | 01672cam a2200217 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 003 | BR-ReIFE | ||
| 005 | 20220601111600.0 | ||
| 008 | 200715b2007 spb ||||r|||| 00| 0 por u | ||
| 020 | _a9788538005971 | ||
| 040 |
_aBR-ReIFE _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
||
| 082 | 0 | 4 |
_a869.3 _bA848m |
| 090 |
_a869.3 _bA848m |
||
| 100 | 1 |
_aAssis, Machado de _d1839-1908 _9487 |
|
| 245 | 1 | 0 |
_aMemórias póstumas de Brás Cubas / _cMachado de Assis. |
| 260 |
_aSão Paulo : _bCiranda Cultural, _c2007. |
||
| 300 | _a159p. | ||
| 490 | _a(Clássicos da Literatura) | ||
| 520 | 3 | _aMemórias Póstumas de Brás Cubas, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem tipicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório, que resolve escrever sua história depois de morto, tornando-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões – que, muitas vezes, suspendem a narrativa por muitos capítulos – e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos para combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanitismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular. | |
| 650 | 0 | 4 |
_91089 _aFicção brasileira |
| 942 |
_2ddc _cLV |
||
| 999 |
_c9538 _d9538 |
||