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Gramática pedagógica do português brasileiro / Marcos Bagno. -

Por: Tipo de material: TextoSérie: Referenda ; v. 1.Detalhes da publicação: São Paulo : Parábola, c2012Descrição: 1053 p. : il., fots. -ISBN:
  • 9788579340376
Assunto(s): Classificação Decimal de Dewey:
  • 469.5
Resumo: Essa obra pretende contribuir para a formação docente, para que as professoras e os professores de português e de outras disciplinas conheçam mais profundamente e com melhores bases teóricas o seu objeto de trabalho, o português brasileiro. As propostas contemporâneas de educação em língua materna rejeitam veementemente o tradicional “ensino de gramática”, no qual a maior parte do tempo dedicado às aulas de língua era gasto com fixação de nomenclatura e análises de frases soltas e descontextualizadas. É preciso levar os aprendizes a refletir sobre a língua que usam, mas isso pode ser feito de maneira intuitiva, por meio de atividades que chamamos de epilinguísticas, sem o emprego de terminologia gramatical e sem a obsessão classificatória tradicional. É claro que a classificação pode ser apresentada, mas não como a finalidade em si mesma da educação em língua materna. Em resumo: não se deve ensinar gramática na escola (no sentido tradicional de “gramática”), mas quem vai ensinar na escola deve conhecer muito bem a gramática da língua. Assim como outras obras recentes dedicadas ao estudo e à descrição do português brasileiro contemporâneo, a Gramática pedagógica do português brasileiro exibe um projeto epistemológico próprio, uma concepção de língua e de linguagem que abraça determinados constructos teóricos e rejeita outros. Além disso, traz uma inovação na produção de obras gramaticais: ela não separa a descrição histórica da descrição atual da língua, isto é, não separa a diacronia da sincronia, mas faz uma abordagem dos fenômenos linguísticos que podemos chamar de pancrônica, em que passado e presente se fundem em busca das explicações mais razoáveis para os fatos linguístico
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Inclui bibliografia e índice

Essa obra pretende contribuir para a formação docente, para que as professoras e os professores de português e de outras disciplinas conheçam mais profundamente e com melhores bases teóricas o seu objeto de trabalho, o português brasileiro. As propostas contemporâneas de educação em língua materna rejeitam veementemente o tradicional “ensino de gramática”, no qual a maior parte do tempo dedicado às aulas de língua era gasto com fixação de nomenclatura e análises de frases soltas e descontextualizadas. É preciso levar os aprendizes a refletir sobre a língua que usam, mas isso pode ser feito de maneira intuitiva, por meio de atividades que chamamos de epilinguísticas, sem o emprego de terminologia gramatical e sem a obsessão classificatória tradicional. É claro que a classificação pode ser apresentada, mas não como a finalidade em si mesma da educação em língua materna. Em resumo: não se deve ensinar gramática na escola (no sentido tradicional de “gramática”), mas quem vai ensinar na escola deve conhecer muito bem a gramática da língua. Assim como outras obras recentes dedicadas ao estudo e à descrição do português brasileiro contemporâneo, a Gramática pedagógica do português brasileiro exibe um projeto epistemológico próprio, uma concepção de língua e de linguagem que abraça determinados constructos teóricos e rejeita outros. Além disso, traz uma inovação na produção de obras gramaticais: ela não separa a descrição histórica da descrição atual da língua, isto é, não separa a diacronia da sincronia, mas faz uma abordagem dos fenômenos linguísticos que podemos chamar de pancrônica, em que passado e presente se fundem em busca das explicações mais razoáveis para os fatos linguístico

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