Cultura de paz : restauração e direitos / Marcelo Pelizzoli, (org.). -
Tipo de material:
TextoDetalhes da publicação: Recife : Ed. UFPE, 2010.Descrição: 331p. : ilISBN: - 97885273157925
- 303.66 C968
| Imagem da capa do livro | Tipo de exemplar | Biblioteca atual | Biblioteca de Origem | Coleção | Localização na estante | Número de chamada | Materiais especificados | Informação do volume | URL | Número do exemplar | Situação | Notas | Devolver até | Código de barras | Reservas do exemplar | Prioridade de reserva do exemplar | Reservas de curso | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Livros
|
Biblioteca Luiz Gonzaga – Campus Garanhuns Acervo geral | Não-ficção | 303.66 C968 (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex. 1 | Disponível | 8564265865 |
Texto em Português e Espanhol.
No mundo de hoje, qual é o espaço do eu e do outro? Qual é a medida da liberdade individual? E do respeito ao próximo, com todas as suas diferenças? É possível construir uma identidade sem levar a alteridade - o outro - em conta? A sobrevivência de um Estado-nação moderno pode se afirmar na falência ou na negação de outros estados? Nessa entrevista que concedeu ao jornalista italiano Benedetto Vecchi, Bauman mostra como a identidade se tornou um conceito-chave para o entendimento da vida social na era da 'modernidade líquida' - termo que ele cunhou para falar do esgarçamento das relações na atualidade. Segundo Bauman, à medida que nos deparamos com as incertezas e as inseguranças da 'modernidade líquida', nossas identidades sociais, culturais, profissionais, religiosas e sexuais sofrem um processo de transformação contínua. Isso nos leva a buscar relações transitórias e fugazes e faz com que soframos as angústias inerentes a essa situação. A confusão atinge os valores, mas também as relações afetivas: 'Estar em movimento não é mais uma escolha: agora se tornou um requisito indispensável', afirma Bauman. 'Identidade' é um retrato da vida na contemporaneidade.
Não há comentários sobre este título.